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Podeis resolvê-lo por fracções ou simples regra de três, Mas é que o modo de Tomás não é o modo de Tomé, Pode torcer-se, virar-se, entrançar-se até se cair de vez, Mas o que é o modo de João Calan não é o modo de João Cale.
Locais
Ròalpíndi |
“…num acampamento de trinta mil homens, milhares de camelos, elefantes, cavalos, mulas e bois, todos concentrados num sítio chamado Ròalpíndi…” |
Personagens
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Nome |
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Descrição |
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Raposinha |
O Cão |
“…o meu cão rateiro…” |
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Biddy |
A Mula |
“…mas a jovem mula achegou-se, a Biddy.” |
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Hapur |
Touro |
“Nosso pai era touro sagrado…” |
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Xiva |
O Deus |
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Sunol |
Cavalo |
“como o cavalo australiano ficaria.” |
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Carbine |
Cavalo |
“…vencedor da taça de Melburne…” |
“Dois Rabos é gíria de acampamento para significar elefante.”
“Brumby quer dizer cavalo selvagem sem qualquer domesticação.”
Canto de Parada das Bestas do Acampamento
Elefantes das juntas das peças A Alexandre hercúlea força e tamanha Demos, e a ciência da fronte e dos joelhos a manhã! A cerviz ao labor nos ferraram e soltaram-nos ninguém tenta. Passagem, dêem passagem às equipas de dez pés Do comboio das peças de quarenta!
Bois de Bateria Aqueles heróis com arreios fogem Às balas de canhão E o cheiro da pólvora a todos desalenta; De novo com as peças a reboque entramos em acção; Abram fileiras, vão passar as vinte juntas Do comboio das peças de quarenta.
Cavalos de Cavalaria Pelo ígneo sinete da minha espádua, a mais bela das canções É tocada pelos lanceiros, hussardos e dragões; E mais do que a “Cavalariça” ou “Água” me agrada a melodia Da Bonnie Dundee cavalos em acção.
Mulas das Peças de Montanha Enquanto eu e companheiros o alto da colina escalamos, Perdia-se a vereda dos coiros rodados; avançamos, Pois sabemos enroscar-nos, trepar e estar sempre à frente. Meus rapazes! Que prazer, no monte, ter uma ou duas pernas de suplente! Sim, bem haja o sargento que o caminho nos deixa trilhar E mal haja um condutor que um fardo não sabe aparelhar. Pois sabemos enroscar-nos, trepar e estar sempre de frente. Meus rapazes! Que prazer, no monte, ter uma ou duas pernas de suplente!
Camelos da Manutenção Não temos monte de camelagem propriamente Que alicie os camelos a trote intermitente. Mas o pescoço é um trombone cabeludo! (Rit-ta-ta-ta! É um trombone cabeludo!) Eis o grito marcial que sabemos: Não podemos! Não fazemos! Não queremos! Passe-se o grito a toda a linha. Caiu do lombo a alguém a carga; Quem me dera que fosse a minha! A carga de alguém tombou na via; Bem-vindo seja o “alto” para armarmos chinfrim; Urr! Yarrh! Grr! Arrh! Alguém está a apanhar sua máquina.
Todos os Animais em Conjunto Filhos do acampamento todos nós, Cada um a servir empresta a voz. Do jugo descendentes e dos freios Do fardo, do aguilhão, coxim e arreios. Nossa linha, verde, cruzando o vale Como fio de trela sem igual Serpeando, retorcendo, a quem seja Arrastando vem tudo prà peleja. Ao lado há homens que também caminham, Sujos, calados, do olhos que adivinham Razões porque trilhamos a mesma via E sofremos nós e eles dia a dia.
Filhos do acampamento todos nós, Cada um a servir empresta a voz. Do jugo descendentes e dos freios Do fardo, do aguilhão, coxim e arreios. |
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